Agents of SHIELD 4×2 – Review

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Na última terça-feira foi exibido nos EUA o segundo capítulo da quarta temporada de Agentes da SHIELD, continuando a trama do Motorista Fantasma. Logo de cara é preciso destacar que o episódio é mais paradinho, não é tão relevante quanto o anterior, mas é assim mesmo. A história começará a se montar aos poucos. Tenham paciência.

Esses 42 minutos não foram tão bem divididos entre o elenco quanto a estreia desse quarto ano, mas de um modo geral, levou-se um pouco de luz para todo mundo. Tremor e o Motorista deram um importante passo em direção ao desenvolvimento deles.

Antes de seguir eu gostaria de deixar claro que esse review contará com muitos spoilers. Então se você ainda não assistiu ao episódio, essa é a sua deixa para pausar a leitura.

Logo de início já fomos apresentados a “fantasma” que apareceu no episódio anterior. Ao que tudo indica é uma cientista chamada Lucy que foi aprisionada em um cubo de alta tecnologia e não está nem viva nem morta, algo como um espectro. E para ajudar, ela tem outros colegas na mesma situação presos em outras caixas. Esse conceito de alta tecnologia combina com o que já vimos no filme do Thor, onde magia nada mais é do que tecnologia MUITO avançada.

Esses cientistas destacam que ficaram assim após lidarem com “Darkhold“. Nos quadrinhos esse é o nome do livro do feiticeiro “Chthon“, que possui documentações de magia negra. O objeto tem ligação com diversos acontecimentos “macabros” nas HQs, como surgimento de zumbis, lobisomens e na série, provavelmente, estará associado ao Motorista Fantasma.

Falando nele, algumas revelações muito pertinentes ao avatar do Espirito da Vingança foram esclarecidos. Ele não é um inumano, como alguns espectadores e a própria Tremor acharam. Ele diz ter feito um pacto para descolar seus poderes. Daisy ainda pergunta se foi com um “demônio” … se somarmos essa informação com a que foi dada pelo ator que o interpreta, em uma entrevista, deveremos ver em breve o Mefisto. A entidade diabólica poderá ser a grande ligação da série com o filme do Dr. Estranho.

Mas voltando ao episódio, Tremor iniciou uma rápida investigação na vida de Robbie Reyes (o Motorista). Eles desenvolvem um rápido drama, uma briguinha, uma perseguição, uma união involuntária, até que reconhecem que precisam um do outro. Neste aspecto, tudo muito clichê.

Tremor conversando com o Robbie Reyes.

Porém, o mais interessante desse capítulo foram as novidades que surgiram em decorrência dos arcos dos agentes Coulson e de May.

Como o nome desse episódio sugere, “Meet the New Boss“, Phil precisará falar com o seu superior sobre a decisão de ir atrás de Tremor por conta própria. Sem mais delongas, o nome do novo diretor da SHIELD é Jeffrey. Ele também é um inumano, com super força e invulnerabilidade (bem semelhante ao Luke Cage, é o que parece pelo menos) e se identifica como um herói.

Agente Coulson com o novo diretor da SHIELD

Vale ressaltar que meses atrás quando anunciou Jason O’Mara para a série, a Marvel manteve o nome do personagem em sigilo, apenas dizendo que tratava-se de um nome que transmitia virilidade e que era alguém criado nos quadrinhos na década de 40. Pois bem, com essas características, nas HQs existe Jeffrey Mace, que atuou como o super-herói Patriota e por um período, após o congelamento de Steve Rogers, atuou como Capitão América. Seria ele?

Mas novamente voltando ao episódio, o novo diretor ao invés de criticar Coulson pelas suas atitudes, preferiu valorizar a sua fidelidade com os colegas. E passou outra missão para ele, apresentar a atual base da SHIELD para engravatados do governo. Em paralelo a isso, May começou a sofrer alucinações devido ao seu contato com a Lucy, o espectro, na estreia dessa temporada.

A conclusão foi que May enlouqueceu de fato. Enxerga rostos de demônios em todas as pessoas. E Coulson apresentou com sucesso a base aos seus visitantes. O diretor, porém, no final mostrou que não é tão bonzinho assim, decidiu lidar com May sem ajuda de Coulson. Falou que o ex-diretor não seria objetivo numa decisão envolvendo a sua amiga oriental.

Enquanto tuuuuuuudo isso se desenrolava, Fitz e Mack investigavam e foram atrás de Lucy, a primeiro espectro. Seguindo algumas pistas, eles chegam até a “Momentum Alternative Energy Laboratory”, onde dão de cara com novos espectros. São salvos pelo Motorista Fantasma, que derrota um dos “fantasmas” com o seu olhar da penitência e pela Tremor.

Fitz e Mack sendo atacos por um dos "fantasmas".
Fitz e Mack sendo atacos por um dos “fantasmas”.

Ao final Daisy dá no pé, diz que precisa fazer as coisas do seu jeito, não aceita voltar para a SHIELD e ainda meio que entrega que Yo-Yo a estava ajudando a fugir da organização. E os seus amigos voltam com o rabo entre as pernas para a base.

De um modo geral foi um episódio bem comum, sem grandes acontecimentos. Os melhores momentos foram realmente com o novo diretor, que era a grande novidade. Esse ritmo mais leve deve se manter pelos próximos três episódios, enquanto a trama se estabelece. Confesso que esperava mais, o episódio anterior me deixou com uma baita expectativa, mas não foi nada ruim não, apenas um pouco decepcionante.

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