Agents of SHIELD 4×1 – Review

Meus amigos, que retorno foi esse? A série voltou com a corda toda. Tem tudo para ser o melhor ano da produção. “A mas nossa aconteceu tão pouca coisa“. Calma lá, não é que aconteceu pouca coisa, o episódio funcionou para contextualizar o espectador sobre todas as mudanças que a SHIELD passou após o final da temporada anterior e o Acordo de Sokovia (filme da Guerra Civil).

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E é muito bacana ver que finalmente a SHIELD virou SHIELD mesmo e não apenas uma facção com apenas 10 membros. Como os personagens ficaram nessa nova configuração da agência de espionagem:

Coulson e Mack formam uma dupla que identifica e intervém com Inumanos, eles atuam no mundo todo.

May virou a treinadora dos agentes de campo, liderando uma equipe e agora tendo uma “cavalaria” ao seu dispor.

Fitz seguiu com as suas tecnologias, não cresceu muito, mas se aproximou bastante do Dr. Radcliffe e ele e a Jemma estão finalmente tendo um relacionamento saudável.

Falando na Jemma, ao que tudo indica, ela é um dos braços do novo Diretor. Ela também é a responsável pela parte de tecnologia e ciência da organização.

O diretor ainda tem a sua identidade mantida em segredo. Ele nem chegou a aparecer nesse episódio. Parece ser alguém que o governo indicou para a função, após o presidente descobrir onde fica a base da SHIELD, fruto da parceria da agência com o Talbolt. E esse mistério sobre a sua identidade só reforça minha teoria que ele é o Jim Hammond, o Tocha Humana original.

Já que o papo está nos sintozoides, Dr. Radcliffe criou um corpo para AIDA. Ela não é uma inteligência artificial, as IA’s foram proibidas após Ultron. A sua função é ser uma guarda-costas de campo, para que nenhum agente morra mais em campo. Só que curiosamente ela é gata demais …

Temos a Yo-Yo que assinou o Acordo de Sokovia e trabalha regularmente com a SHIELD, ela secretamente também tem ajudado a Tremor a fugir da agência.

Daisy viaja pelos EUA inteiro, tentando fazer o bem da sua própria maneira. Ainda está bastante abalada pelos acontecimentos da temporada anterior. Enquanto investigava um super-ser, acabou topando com o Motorista Fantasma. Ela é emboscada e até chega a se entregar para ele, mencionando que merecia morrer (sinal que reforça sua instabilidade mental), mas ele poupa ela. Tremor segue investigando e depois descobre que o Motorista tem um irmão cadeirante e que talvez não seja um vilão. Ele argumentou para ela, antes da luta, que as pessoas que ele matou mereciam morrer.

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Coisas que eu acho que merecem destaque são os efeitos especiais. Espero que isso não se resuma ao primeiro episódio. O Motorista Fantasma nem parece que é de uma série de TV aberta. Não participa taaaanto do episódio, mas suas inserções são muito bem feitas.

Outro elemento que acho que vale a pena destacar é o sangue. Não é uma produção do Tarantino, mas teve uma cena que jorrou muito sangue. Por mais que a brutalidade não tenha sido mostrada, o liquido vermelho jorrou e achei ousadinho da parte deles. É algo que seria inconcebível lá na primeira, e horrível, temporada.

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Enfim, um retorno muito bom, que empolga e já dá um norte de como essa temporada vai ser.

PS: Esqueci de comentar, lá pelas tantas do episódio, uma caixa é aberta e de dentro dela sai uma fumaça, que aparentemente representa uma bruxa/fantasma. Não é nada horripilante, mas gostei desse elemento mistico e sobrenatural, pois esse fantasma apareceu atrás de alguns personagens em determinados momentos. Deve se tornar a vilã da temporada ou dessa primeira metade.

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